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VIAGEM EXPLORATÓRIA

GRANDE VIAGEM IGUAPE – SUPERAGUI – GUARAQUEÇABA - ANTONINA

Percorrendo o Complexo Estuarino-Lagunar de Iguape a Paranaguá

20 a 28/11/2021 – Sábado a Domingo – 9 dias

Uma viagem para pessoas desprendidas e com gosto pela exploração

Entre o sul do Estado de São Paulo e o norte do Paraná, em sua faixa litorânea, encontra-se a maior faixa contínua de Mata Atlântica do Brasil, declarada Patrimônio Mundial da Humanidade, incluindo praias, florestas, manguezais, encostas, dunas, baías e restingas. Trata-se de um paraíso natural para golfinhos, tartarugas, fragatas, papagaios, guarás vermelhos, e uma infinidade de aves e vida marinha, formando o maior berçário de vida selvagem do Atlântico Sul. Em suas águas se reproduzem diversas espécies de peixes e crustáceos que garantem a sustentabilidade de uma fabulosa cadeia alimentar marinha. Nos céus, aves de todas as cores, todos os tamanhos e todos os cantos do planeta, são uma festa para os olhos.

Considerado um dos cinco maiores viveiros de espécies marinhas do mundo, o Complexo Estuarino Lagunar de Iguape- Cananéia- Paranaguá (Lagamar) é um santuário ecológico que abrange as cidades de Iguape, Cananeéia e Ilha Comprida e segue por 200 quilômetros de extensão até o litoral paranaense.
As lagunas, braços de mar, baías, estuários, ilhas, morros isolados, praias, restingas e florestas da Mata Atlântica ainda bem conservadas são impressionantes. A grande diversidade animal e vegetal é uma festa para pesquisadores e um farto material para os fotógrafos.

O Lagamar é reconhecido como um dos últimos ecossistemas ainda preservados do litoral brasileiro. Por sua importância ambiental, a Organização das Nações para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) classificou a região como Reserva da Biosfera do Planeta.

E é esta região, com um dos menores índices de povoamento do Brasil, que nós iremos descobrir.


SÁB – 20/11 – SÃO PAULO – IGUAPE 
Encontro às 7h30 e saída às 8h da Freeway, próximo à Praça da Árvore, em direção à cidade colonial de Iguape.
Chegada a Iguape, primeiros contatos com esta cidade, cujo casario colonial é Patrimônio Histórico da Humanidade.
Almoço.
Check in em nosso hotel.
Vamos agora fazer um tour para descobrir o seu lindíssimo casario colonial. 
Visitaremos a Praça da Basílica, com a sua Basílica do Bom Jesus de Iguape, a Mercado de Artesanato e Cultura, entre vários outros atrativos.
O centro histórico de Iguape é o maior conjunto arquitetônico colonial preservado do estado, com 64 imóveis em estilo colonial, entre eles, casarões e igrejas. O casario urbano reflete a riqueza produzida nos ciclos do ouro (século 16) e da cultura do arroz (século 18). As ruas de paralelepípedos e as casas antigas nos lembram Paraty.
Vamos agora assistir ao pôr-do-sol do alto do Mirante do Cristo. A melhor vista panorâmica da região.
Jantar.
Footing pela bucólica cidade.

DOM - 21/11 - IGUAPE - ILHA COMPRIDA – LAGOA - DUNAS – PRAIA DESERTA - CANANÉIA (C)
Após o café da manhã atravessamos a ponte sobre o Mar Pequeno em direção à Ilha Comprida.
Vamos acompanhar uma boa parte dos 72km da Ilha Comprida, percorrendo a ilha por entre o mar oceânico e o mar interior.
Entre a ilha e o continente, as águas são mais calmas e protegidas do mar aberto, o que caracteriza a região do Lagamar e propicia uma riqueza enorme e única da fauna marinha. Não é à toa que a região é conhecida como o berçário do Atlântico! 
No caminho conhecermos as Dunas do Araçá e a Lagoa Encantada, entre outros atrativos.
Depois continuamos em direção ao sul da ilha.
A continuação do percurso rumo sul tem duas possibilidades, e a decisão depende da maré. Se ela estiver baixa podemos descer até o final da ilha e atravessar a balsa até Cananéia. Se ela estiver alta alteramos o percurso, fazendo o percurso via Pariquera Açu até Cananéia.
Se estivermos com a maré baixa e prosseguimos rumo sul, em meio a esta paisagem de dunas, natureza virgem, poderemos nos deparar com diversos tipos de aves que aqui se encontram em meio a um privilegiado e riquíssimo habitat.
No sul da ilha, após a praia de Boqueirão do Sul, chegamos à balsa que nos atravessa até Cananéia.
Cananéia retém o status de primeiro vilarejo do Brasil. Seu centro histórico possui construções que datam do século 16 e dão um charme colonial à cidade. A Igreja Matriz é considerada uma das mais antigas do país: foi construída por volta de 1670. 
Vamos descobrir o centro histórico e casario colonial desta cidade tombada pela UNESCO como Patrimônio Natural da Humanidade.
Cananéia reúne ainda as características de uma cidade típica da colonização portuguesa e espanhola, ficando localizada exatamente na linha divisória do Tratado de Tordesilhas de 1492. A cultura caiçara é um dos seus atrativos, mantendo suas tradições na pesca, agricultura, música, dança, arte e culinária.
Depois deste tour pela cidade check in em nossa pousada. 
Jantar.

SEG - 22/11 - CANANÉIA – ILHA DO CARDOSO – ARIRI - ILHA DOS PAPAGAIOS -ILHA DO SUPERAGUI (C)
Após o café da manhã vamos embarcar em lanchas rápidas na baía do mar à nossa frente.
Vamos iniciar nossa navegação pela Baía de Trepandé ou Baía de Cananéia, para seguir pelo Mar Pequeno e depois pelo Canal do Varadouro, que separa a Ilha do Cardoso, à nossa esquerda, do continente, à nossa direita.  
O Parque Estadual Ilha do Cardoso está localizado no extremo sul do litoral de São Paulo, no município de Cananéia. Existem seis comunidades caiçaras no Parque, somando menos de 500 moradores. Com forte influência da cultural indígena, desenvolveram um apurado conhecimento da natureza. São formadas em sua maioria por pescadores que têm atualmente o turismo como fonte substancial de renda. 
Estamos rodeados da mais pura natureza.  Por todos os lados. 
Conforme a lancha vai se enfiando nos canais, nos sentimos como quem navega no meio da Floresta Amazônica, já que o canal interior é tão calmo que mais parece um grande rio. De vez em quando podemos avistar o dorso dos botos cinza que aqui vivem, neste paraíso para a vida animal, tendo como companhia guarás e outras espécies de aves como o xauá ou papagaio de cara rocha, e outros animais.
Em nosso percurso de navegação passaremos pelo Marujá, a “capital da ilha”, uma pequena comunidade de pescadores que tem recebido um pequeno número de turistas e alunos em busca de conhecimento e vivência. Do Marujá continuamos a seguir rumo sul. Em determinado momento nos damos conta da separação da ilha. O mar a dividiu em duas, e isto, nos últimos anos. Lugar de descer, de caminhar nesta ponta deserta, de sentir mar interno, mar aberto, vento, natureza em estado puro.
Continuando a navegação interna vamos passar pela Vila de Ararapira, um lugar emblemático destas águas, como uma sentinela que nos observa das margens .... onde a quietude divide o ambiente com beleza natural ... fundada no séc XVIII, a antiga aldeia índigena já foi próspera e famosa ... muitas festas alegravam seus moradores .... Hoje resta uma linda igrejinha avistada de longe .... Atualmente nenhum habitante mora aqui, somente um solitário pato doméstico, que tem a vila toda para si.  
Depois continuamos nosso percurso pelo mar, quando tomamos uma entrada marítima à direita, onde começa o Canal do Varadouro, aberto há algumas dezenas de anos para facilitar a comunicação dessa gente quase isolada do fim do Estado de São Paulo, divisa com o Paraná. 
E eis que surge a vila do Ariri. Um pitoresco vilarejo de pescadores, junto ao mar de dentro. Almoçar no Ariri, apreciando a culinária caiçara local e ouvindo a conversa de seus habitantes é bem interessante.
Aqui desembarcamos. Aqui almoçamos.
Uma volta para reconhecer a vila.
Depois reembarcamos em nossas lanchas rápidas, continuando pelo Canal do Varadouro, que a partir daqui se torna bem mais estreito. Sentimo-nos parte integrante da intensa paisagem que nos rodeia. Passamos por partes bastante rasas do canal, onde apenas barcos de bem pequeno calado, como nossas lanchas, conseguem passar.
No percurso é bem possível que avistemos, passando por nós, a lancha escolar.
Mais à frente encontramos, no meio do canal, a Ilha dos Papagaios. Um excelente local para apreciar o pôr do sol. No mesmo horário em que os papagaios, em revoada, são esperados para nos surpreender com um espetáculo inesquecível. As árvores desta ilha são seu dormitório. E aqui poderemos avistar o papagaio-de-cara-roxa, ou papagaio-chauá. 
Daqui seguimos à Barra do Superagui, onde nos hospedaremos em pousada.Chegada. Acomodação. 
Jantar.

TER - 23/11 - ILHA DO SUPERAGUI (C)
Superagui significa em tupi-guarani a “Rainha dos Peixes”.
A Ilha de Superagui protege belíssimas paisagens de restinga, manguezal e floresta, emolduradas ao longe pelas montanhas da Serra do Mar, de um lado, e pelo imenso e agitado Oceano Atlântico, do outro. 
Ela está localizada no norte da baía de Paranaguá, mas ela nem sempre foi uma ilha. Até 1952 ela fazia parte do continente quando foi aberta uma passagem para os barcos dos pescadores, que, até então, precisavam “varar” a terra para dar passagem às suas canoas — daí o nome “Varadouro”. De quebra, o canal deu origem à Ilha de Superagüi, que hoje faz parte de um parque nacional.  Hoje o canal liga à região lagunar de Cananéia à Baia dos Pinheiros em Paranaguá. 
O povoado da Barra de Superagui, que pertence a Guaraqueçaba, tem menos de 800 habitantes. Imagine um local onde a maioria das casas é de madeira, até pela dificuldade de acesso, e não existem ruas, nem carros, nem lojas, nem mercado. Uma vilinha onde só se encontra o básico. Onde wifi é luxo. Onde o footprint do ser humano praticamente se resume a pegadas na areia.
Mas aqui, neste local isolado, remoto, a vida animal ganha seu espaço próprio. Soberano. Poderemos encontrar botos e até uma mãe com seu filhote, nadando perto de nós.
Nossos botos brasileiros adoram essa região que integra os rios ao mar. E por que? Por se tratar de um berçário da vida marinha, onde eles encontram toda a sua cadeia alimentar. E é aqui que nós, seres humanos das grandes cidades, encontramos toda essa cadeia, que irá nos alimentar, a centenas e milhares de quilômetros de distância. 
O Paque Nacional do Superagui é a mais importante reserva de biodiversidade costeira da mata atlântica no Brasil, sendo por isso declarada Reserva da Biosfera e Patrimônio da Humanidade pela Unesco. 
Se estivermos atentos durante nossos percursos poderemos avistar animais das mais variadas espécies, como o papagaio-da-cara-roxa, ou até  o mico-leão, entre várias espécies ameaçadas de extinção.  
O mar à nossa frente é um mar rico, vitaminado, nutritivo, para toda a vida animal deste ecossistema. Justamente por isso suas águas não são claras como as do litoral norte do estado de São Paulo, nem suas praias são de areias branquinhas. 
Neste dia pretendemos fazer a trilha que liga a comunidade da Barra do Superagui, que fica no mar interno, à Praia Deserta, que se encontra em pleno oceano.  Esta sim, por estar mais afastada dos rios, apresenta areias mais brancas e um mar mais cristalino.                                                                                  Saímos logo após o café da manhã a pé ou de bicicleta ( a gosto de cada um ). A proposta é atravessarmos a ilha pela trilha, um percurso de 4km, a pé ou de bicicleta.
Ao chegarmos à Praia Deserta teremos uma noção do que isto significa. Grandes extensões de areia, quase nenhum ser humano, e milhares, milhões de conchas. E claro, aves devem estar vivendo por ali.
Caminhamos ou bicicletamos por esta praia. 
Banhos de mar em águas quase virgens.
Nosso retorno pode se dar dando a volta pela praia, num percurso longo, ou pela própria trilha. Claro que estaremos com bastante fome, de modo que um almoço numa casa de pescadores, bem rústica, à base de muito camarão e peixe, será muito bem vindo.
Retornamos à comunidade da Barra do Superagui.
Relaxar e apreciar o pôr-do-sol. 
Jantar
Olhar as estrelas neste fim de mundo tão único.

QUA - 24/11 - ILHA DO SUPERAGUI – BARBADOS – ILHA DAS PEÇAS – GUARAQUEÇABA (C)
Após o café da manhã saímos novamente nas lanchas voadeiras pelo mar interior. Vamos passar pela comunidade de Barbados, onde encontramos uma grande especialidade: ostras assadas no forno a lenha. Parada para degustação.
Depois seguimos para a Ilha das Peças, em nosso percurso de navegação em direção à baia de Guaraqueçaba.
Nossa navegação se encerra quando aportamos na preservada Guaraqueçaba. Cidadezinha incrustada na maior e mais importante reserva de mata atlântica do país.
Guaraqueçaba é um oásis de paz e tranquilidade. Uma das coisas mais gostosas aqui é sentar na praça defronte ao mar e só ficar apreciando seus movimentos, sua ondulação, deixando-nos inspirar por esse refrigério para a alma.
Hospedamo-nos em pousada.
No final da tarde a proposta é simplesmente apreciar o pôr do sol em sua baia.
Jantar

QUI - 25/11 – SALTO MORATO NA RESERVA DO PATRIMÔNIO NATURAL DO BOTICÁRIO (C)
Tranquilo café da manhã nesta cidadezinha tão singular e isolada. Felizmente a estrada que lhe dá acesso vinda de Antonina tem mais de 70km de terra complicada, o que preserva a cidadezinha e  região para as próximas gerações.
Hoje vamos conhecer o Salto Morato, dentro da Reserva Natural do Patrimônio Natural criada pela Fundação Boticário algumas décadas atrás.
Ela fica a 23km da cidade.
Ali chegando somos surpreendidos por sua estrutura, com áreas de recepção bem organizadas.
Uma caminhada de 1,5km por uma bela e gostosa trilha nos deixa na frente deste salto espetacular com 100m de queda.
E a caminhada nos convida a um refrescante mergulho nas águas formadas por seu rio, num aquário natural cercado pelas árvores, no caminho da cachoeira. 
Retornamos a Guaraqueçaba para almoço.
No final da tarde continuamos a curtir a tranquilidade, o silêncio, o ar marinho, desta prosaica cidadezinha.
Pôr-do-sol a beira baía.
Jantar.

SEX – 26/11 – GUARAQUEÇABA – PARANAGUÁ – MORRETES – ANTONINA (C)
Bem cedo pela manhã, mas bem cedo mesmo, tomamos o barco de linha que atravessa os caiçaras e moradores desta pacata cidadezinha para Paranaguá, cruzando sua grande baía. São cerca de 2,5 horas de navegação. Havíamos tomado um primeiro café da manhã na pousada.
Chegamos a Paranaguá onde podemos tomar um segundo café da manhã.
Aqui nos espera nossa van, que nos levará primeiramente a Morretes.
Passeamos pela gostosa Morretes, tão graciosamente situada à beira do belo rio Nhundiaquara, sua artéria vital.
Aqui almoçamos.
E aqui podemos tomar um gostoso sorvete.
No meio da tarde seguimos à próxima Antonina. Nos instalamos em nossa pousada.
Antonina foi, e poucos o sabem, a quarto maior porto do Brasil. O assoreamento de sua baía fez com que ela perdesse este seu vetor econômico. Seu valor histórico está sendo recuperado primeiro com a revitalização de seu belo casario, e com a recente renovação de sua estação ferroviária, agora um ponto essencial de visitação. 
Vamos passear à beira-mar neste final de tarde. Sentir a tranquilidade e paz emanadas pelas águas do mar da baía de Antonina em seu ritmo suave. Um bálsamo para corpo e alma. Usufruímos ao máximo desses momentos de calmaria.
Depois seguimos para a Ponta da Pita. Também frente ao plácido mar. Outro local para  sentirmos o ar e a beleza dessa beira mar.
Jantar.

SÁB – 27/11 – ANTONINA – MARIA FUMAÇA - MORRETES – TREM DA SERRA DO MAR – CURITIBA (C)
Após o café da manhã vamos relaxar e passear pela gostosa cidadezinha.
Almoço em Antonina.
Às 14h estaremos na restaurada e revitalizada Estação Ferroviária de Antonina. Com suas belas exposições de quadros.
Aqui embarcamos numa legítima Maria Fumaça em direção a Morretes. Vamos reviver os velhos tempos, ouvindo o apito e os sinais de fumaça emitidos pela locomotiva.
Nosso passeio termina na estação ferroviária de Morretes.
E aqui embarcamos no Trem da Serra do Mar que sobe a serra. Esta viagem de trem é uma das mais comemoradas no Brasil.
Chegamos a Curitiba, onde seguimos para check-in em nosso hotel.
Descanso.
Jantar.

DOM – 28/11 – CURITIBA - JARDIM BOTÂNICO – ÓPERA DE ARAME – QUINTANA - SÃO PAULO (C)
Após o café da manhã vamos conhecer o Jardim Botânico, em estilo francês, uma das atrações mais formidáveis desta cidade brasileira, com flores, lagos, caminhos e uma estufa art nouveau, que criam uma atmosfera de sonhos de doce fragrância. Aqui podemos desfrutar de seu parque e jardins e também da nova Galeria das Quatro Estações. 
Do Jardim Botânico seguimos à Ópera de Arame. A Ópera de Arame, com estrutura tubular e teto transparente, é um dos símbolos emblemáticos de Curitiba. Inaugurada em 1992, acolhe todo tipo de espetáculo, do popular ao clássico.  
Entre lagos, vegetação típica e cascatas, numa paisagem singular, faz parte do Parque das Pedreiras juntamente com o Espaço Cultural Paulo Leminski. Possivelmente haverá um grupo tocando jazz ou MPB em meio a seu lago.
Depois vamos almoçar no Quintana, restaurante cult e conceitual, que integra culturas e tradições brasileiras a seu cardápio.
No meio da tarde seguimos ao aeroporto, para embarque em voo para São Paulo.



Importante: É recomendável que leve a carteira de vacinação contra a Covid-19, pois eventualmente pode ocorrer de algum estabelecimento solicitar a apresentação da mesma.

Galeria voltar para o topo

Saídas voltar para o topo

  • 20

    Nov

    2021

preços por pessoa |Aéreo + Terrestre voltar para o topo

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Hospedagem

Apartamento

Duplo

Single

Triplo

Chd1

Validade

Apto Standard R$ 4.890 5x R$ 978 20/11/2021 até 28/11/2021 solicitar reserva

FORMAS DE PAGAMENTO

- No Cheque - Em até 5 vezes iguais sem juros no cheque pré-datado. Não aceitamos cheques de terceiros ou de pessoa jurídica cujos proprietários não sejam os viajantes.
- No Cartão - Entrada de 30% (depósito ou cheque) + 5 parcelas iguais nos cartões Visa, Mastercard e Diners;
- No Boleto bancário - Entrada de 20% (dinheiro ou transferência) + 5 vezes iguais sem juros.
- Pagamento à vista (depósito ou cheque) - 3% de desconto.

O que inclui voltar para o topo

INCLUÍDOS

- 8 noites de hospedagem em pousadas e hotéis com café da manhã, em aptos duplos
- Passagem aérea Curitiba – São Paulo
- Van de São Paulo a Iguape
- Van de Iguape, pela Ilha Comprida, a Cananéia
- Lanchas Voadeiras de Cananéia à Barra do Superagui
- Lanchas Voadeiras para passeios no Superagui
- Lanchas Voadeiras da Barra do Superagui a Guaraqueçaba
- Transporte para o Salto Morato
- Barco de linha de Guaraqueçaba a Paranaguá
- Van de Paranaguá a Morretes e Antonina
- Maria Fumaça de Antonina a Morretes
- Trem da Serra do Mar de Morretes a Curitiba
- Passeios em Curitiba
- Guia coordenador 
- Guias locais
- Seguro viagem (consulte complemento para maiores de 65 anos)


NÃO INCLUÍDOS

- Refeições
- Bebidas
- Aluguel de bicicleta no Superagui
- Extras


INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE A VIAGEM EXPLORATÓRIA

Esta viagem de exploração é indicada para um grupo especial de viajantes que têm flexibilidade, tolerância, disponibilidade, senso de grupo, despojamento, que gostam de descobrir e explorar, apreciem o contato com as populações simples, caiçaras, de lugarejos remotos, que sejam abertos a imprevistos, não se importem com rusticidade, nem com a simplicidade de alguns locais remotos, onde as hospedagens são muito simples, compatíveis com o isolamento destes locais, e completamente diferentes das hospedagens de alta qualidade normalmente presentes em outras viagens da Freeway.  

A viagem transcorrerá em clima de expedição, com ritmo de deslocamentos intensos (em várias etapas dormiremos uma noite apenas em uma pousada e em duas etapas pernoitaremos duas noites consecutivas na mesma pousada ( Barra do Superagui e Guaraqueçaba ).
Os transportes terrestres serão feitos em van e trem. Os transportes marítimos serão feitos em lanchas voadeiras e em barcos regulares de linha, utilizados pelas populações caiçaras.
As hospedagens serão em pousadas que variarão do confortável ao extremamente rústico. Os participantes dormirão em quartos duplos, seja com cama de casal (para casais), seja com duas camas separadas (para os singles).
As alimentações serão muito baseadas no peixe fresco e frutos do mar. 
As noites serão vivenciadas em praias desertas, calçadões à beira mar, com foco na contemplação da lua e das estrelas.
As bagagens devem ser pequenas (1 maleta com rodinhas, tamanho compatível com maleta de bordo de avião e 1 mochila), para serem facilmente acomodadas nas pequenas lanchas voadeiras e para poderem ser carregadas facilmente por cada um de nós em praias, calçadas, etc ).  Aprenderemos assim a passar alguns dias com o mínimo de roupa. 

A viagem é planejada para transcorrer em dois finais de semana e nos cinco dias úteis entre eles.
Há a possibilidade de extensão, ao final, em Curitiba, onde temos uma guia que poderá realizar vários passeios.

Interessados: participarão de entrevista telefônica individual com o líder da viagem, Edgar Werblowsky 


O QUE LEVAR

- 1 maleta com rodinhas
- 1 mochila
- 1 tênis
- 1 sandália
- Filtro solar 
- Repelente
- Binóculo leve
- Óculos de sol
- Chapéu
- Biquini / maiô
- 1 toalha leve ( de preferência de fibra sintética, encontrada na Decathlon )
- Agasalho
- Capa de chuva
- Medicamentos
- Roupas leves



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