Porque viajar com a Freeway ?

Fazemos questão de criar sempre o melhor roteiro, a melhor viagem. Queremos que, uma vez na viagem, você não tenha que se preocupar em comprar passeios extras, em ter que correr atrás daquilo que os outros estão fazendo e é “imperdível”.

Conheça alguns de nossos roteiros selecionados

Lendas da Inglaterra e Escócia

Saída(s): 24/04/2021, 08/05/2021, 05/06/2021, 03/07/2021.

10 dias

a partir de € 1498

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Luiza Schenberg

Quantas emoções vividas,  imersa na natureza esplendorosa durante essa viagem inusitada ao Deserto do Atacama e ao Salar de Yuni, durante 9 dias isolada do que conhecemos por  “civilização “.

A cada viagem me impressiono como essa vivência alarga meus horizontes, acalma minha mente, nutre minha alma e expande o meu Ser.

A vista panorâmica da janela do avião, apreciando a beleza e diversidade da geografia, me remete à pura impermanência. 

Acercando-se de Santiago, montanhas e montanhas marrons, secas, duras, imponentes, algumas com picos nevados, outras com depressões cobertas com águas azuis como as lagoas dos Lençóis Maranhenses.

No voo para Calama, o deserto marrom, plano, pouco relevo, montanhas ao longe.

Ao desembarcar, chuva relâmpago de 5 min e um belo arco-íris completo dando Boas Vindas ao iluminar nosso trajeto de uma hora até San Pedro de Atacama, vilarejo acolhedor de 5.000 habitantes, dos quais 40% nativos.

Chegar ao deserto do Atacama, na altitude de  2.438 m, completamente árido com sua coloração marrom  avermelhada, circundado pelos Andes com suas imponentes montanhas cobertas de neve, é realmente uma experiência singular.

As fotos e as palavras não dão conta de expressar o vivenciado.

Passeando pela região de carro, a paisagem desértica marrom me remeteu ao Cairo, Egito; as formações rochosas à Sedona, EUA; algumas formações calcárias e arenosas à Capadócia, Turquia, e as lagoas com montanhas refletidas aos fiordes Noruegueses.

A sensação é de que saí da Terra e vim para outro planeta.

O solo desértico me recebendo e acolhendo, os Andes ao longe me circundando e abrigando, e a Abóboda Celeste me cobrindo e protegendo.

Estou imersa numa bolha gigantesca de Natureza pura, Sol, Ar Puro, Silêncio!

Transcendental.

Durante 9 dias vi o céu todo o tempo em que estive acordada, respirei ar puro (seco), escutei os sons da natureza, me deslumbrei com a beleza das paisagens e com gradientes de cores, agora entendo como os esquimós veem cem tonalidades de branco, eu vi 100 tonalidades de marrom.

Passeios incríveis:

Vale de la Luna com formações rochosas esbranquiçadas e Vale de Marte com formações rochosas vermelhas, Cordillera de la Sal, com montanhas de sal, me senti literalmente na Lua e em Marte.

Inacreditáveis  e imensas  formações rochosas, imponentes, serenas, diversificadas na constituição e aspecto, impávidas há 45 milhões de anos!

Nossa pequenez como humanidade assombra imersa nessa beleza estonteante, circundada por picos nevados das montanhas e vulcões dos Andes.

Estar aqui com um morador conhecedor de geografia, geologia, antropologia, história e mitologia está sendo um aprendizado incrível, sobre como tudo isso se constitui desde a origem de nosso planeta e vem se transformando, o que só aprofunda meu sentimento de impermanência, reverência à beleza do Universo, e a necessidade premente da Humanidade resgatar um modo de vida integrado em parceria com  Natureza, ao invés de dominador, predatório e destrutivo...

Viajar horas pelo deserto árido, contornando o Salar de Atacama, a alegria ao ver a paisagem verdejante dos oásis assomarem e se aproximarem, me deparar com redemoinhos de terra vermelha, que num átimo me transformaram na Dorothy do Mágico de Oz... muita emoção.

Subir a cordilheira até 4.300 m de altitude e me deparar com as deslumbrantes lagoas de Miscanti e Meñiques cercadas por vulcões nevados refletidos nas águas foi demais, me remeteu ao Fiordes Noruegueses. Queria poder sentar lá e ficar o dia todo simplesmente inebriada pela paisagem, ar puro e silêncio...

Visitas aos vilarejos de Toconao e Pukara de Quitor, onde vivem comunidades locais, e às ruínas incas de Catarpe e Tulor no Vale do Jeré, me permitiram aprender sobre o passado da humanidade no local. 

Excursão pelo Salar de Atacama com paradas para banho nas lagoas Mayor (concentração de sal 100%, uma delícia boiar) e Ojos de Cejar (água doce) e finalizar assistindo ao pôr de sol na laguna Tebinquinche , que tarde inesquecível.

E finalizando com os Geisers del Tatio, na base do vulcão, a 4.320 m de altitude, espetáculo impressionante, dezenas de gêiseres onde são expelidas fumaça, lama e água fervente até 10 m de altura, me transportaram 

para a pré-história.

 

Nova etapa de aventuras: saímos de San Pedro de Atacama, 2.438m , e subimos até à fronteira da Bolívia, em Hito Cajon, 4.700 m. 

Arre! Em uma hora a temperatura cai  de 30 graus para 10 graus, ar rarefeito, difícil respirar...

A mudança na paisagem ao atravessar a fronteira é impressionante, entrando no deserto Pampa Jarras, as cores mudam para tons mais claros, e relevo montanhoso com muitas lagoas, saindo  da planície do Atacama parece que deixamos Marte e aterrissamos na Lua.

Um dia inteiro de viagem pela paisagem mutante e fascinante nos  levou ao Hotel Luna Salada (Lua Salgada), inacreditavelmente todo construído de sal, na beira do Salar de Uyuni.

Ah, o Salar... indescritível. Me senti na superfície lunar, branco, branco e mais branco, quase infinito. 

Um dia inteiro passeando, vendo a Playa Branca, as lagunas, as formações (Ojos de Sal), chegando na ilha Incahuasi, um surpreendente oásis de 12 m de altura, repleto de cactos gigantescos, há 20 dessas ilhas no Salar.

Parada no local de filmagem de Star Wars, fotos divertidas. E ao entardecer chegar na parte alagada do Salar, saímos literalmente do mundo! Caminhávamos na água salgada, girávamos 360 graus, era só água e mais água, com os reflexos do horizonte em todas as direções, mudando paulatinamente à medida que o sol se punha, meu coração acelerado de tanta emoção pela beleza e singularidade do momento...

No dia seguinte, vista a povoados locais, Colchani, Sud Lopez e San Cristobal, áreas de mineração, permitiu conhecer a vida local.

Subida ao mirante do vulcão Oilagüe, (aflitivo estar na boca do vulcão), seguimos pela paisagem do deserto Siloli, atravessando o Vale das Rocas, pedras imensas, depois por cânions de sedimentos, até chegar ao Hotel Ojo de Perdiz, cabanas de pedra no meio do deserto, onde passamos a noite a 4.600 m de altura, nossa , que difícil! 

Frio de 5 graus negativos, falta de ar, respiração ofegante, uma aventura e tanto em um dos hotéis mais altos do mundo...

Na manhã seguinte passamos  pela Laguna Colorada, repleta de lindos flamingos, pela Laguna Verde, pelos Geysers Sol de Lá Mañana, até retornar à fronteira e a San Pedro de Atacama.

Ou seja, em 9 horas fomos  de 4.600 m e 5 graus negativos para 2.400 m e 35 graus positivos, o maior choque térmico da minha vida.

Uma viagem inesquecível, sonho antigo realizado.

 

 

João Maurício Duarte

Minha avaliação pessoal é muito positiva em todos os quesitos, tanto em relação aos guias (todos atenciosos e com conhecimento dos assuntos abordados em cada atração visitada) é a mesma avaliação faço da apresentação do tema central da viagem que foi o estudo da cabala.

Não havia de minha parte a expectativa de me tornar um expert no assunto, mas aprendi muita coisa que inclusive tem me ajudado no enfrentamento espiritual da pandemia que estamos vivendo.

Hotéis muito bons, com destaque para o de Safed (excelente localização, beleza e serviços, além de ser um prédio histórico que abrilhantou a viagem culturalmente).

Roteiro excelente e voltei com a sensação de ter conhecido bem Israel.

Ônibus confortável e motorista cuidadoso e atencioso.

Nosso grupo foi muito bom, solidário e animado.

Atenciosamente

Ilse Joanna Schaefer

Eu nem conhecia a Freeway, foi a primeira vez que viajo com vocês. Costumava, tempos atrás viajar muito com a Queensberry, que para mim era umas das maiores operadores de turismo e, sempre cumpriram o prometido e eu sempre sai muito satisfeita.

A Freeway até se superou, pois não teve nenhum passeio extra, como  é de costume em outras companhias, tivemos sempre um jantar, o que não acontece em nenhuma companhia, quando muito oferecem um jantar de despedida e, talvez um jantar em algum lugar onde  a noite não se encontre nada.

Hotéis excelentes e muita fartura nos cafés e jantares. Até comentamos com o guia de lá, em muitos casos um desperdício.

Não tivemos nenhum gasto extra, tudo incluído no pacote. Já viajei com outras companhia também, mas sempre tive outros gastos e assim encarece o pacote.

Adorei  os passeios, a companhia, parecia uma família, todos se deram bem.

Realizei um sonho, pois sempre dizia que queria encerrar minhas viagens ao exterior, numa viagem a Israel.

No momento não tenho nem uma viagem em mente e, devido a minha idade talvez nem viaje mais. Nunca se sabe.

Abraços,

Maria Teresa

Olá Renata, boa tarde!!  A viagem para Israel foi maravilhosa, ocorreu com muita harmonia e união entre todos, desde os guias até nós participantes, os guias nos forneceram rico material histórico e o Denis nos introduziu no universo da Cabala e da cultura judaica/cabalista, ele foi ótimo, nos transmitindo grandes inspirações. Nosso motorista também merece nota 10, além de excelente condutor, também foi muito gentil e prestativo. 

O roteiro muito bem elaborado. Claro que sempre fica um gostinho de quero mais, rsrs. Gratidão!!

Tânia Mitidiero Guelman

Como vai, tudo bem? A viagem para a Chapada das Mesas foi uma grata surpresa. A região é uma incrível descoberta do Brasil, em especial de um canto do estado do Maranhão.

A graciosa cidade de Carolina nos recebeu de braços abertos. A pousada onde nos hospedamos é bastante confortável, sem os luxos desnecessários para uma viagem como esta. O receptivo atende plenamente às necessidades dos turistas, fazendo os passeios previstos com bastante competência.

Fiquei especialmente impressionada com a qualidade da infraestrutura encontrada em diversos pontos turísticos, vale dizer, cachoeiras. Me encantou um passeio que fizemos para o que seria um trekking. Por falta de preparo físico, conheci a região no carro de apoio.

Com a destreza do guia, conseguimos parar em pontos privilegiados, dos quais contemplamos a incrível paisagem que o passeio a pé proporciona. Mas, o fecho desse passeio foi uma grande surpresa. À beira de um riacho, curtimos um lindo piquenique montado pelo nosso guia, Oziel, grande sujeito, com direito a flores na mesa.

Havia sucos, sanduíches excelentes e, tal não bastasse, laranja descascada. Um banho no rio foi tudo de bom embalado pela tranquilidade do local...

Aliás, os guias, são todos especiais. Wellington, por exemplo, deu-se ao trabalho de parar no meio da estrada para apanhar uma fruta típica da região, sobre a qual falávamos, e nos ensinar como degustá-la.

Só sei que quero voltar!!!!

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