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Urubici: o que fazer na cidade mais turística da serra catarinense

A cidadezinha de Urubici, na Serra Catarinense, é um paraíso para quem busca tranquilidade e gosta de apreciar a natureza. 

Distante 170 km do aeroporto de Florianópolis, são 3 horas de deslocamento por paisagens maravilhosas.

Um conjunto de serras, cachoeiras, picos e mirantes engrandecem a região, que valoriza as coisas boas e simples, isto é, o que realmente importa. 

 

Características de Urubici

Urubici é uma cidade pequena, com 11.600 habitantes. Tendo a principal atividade econômica ainda a agricultura e a pecuária de leite. 

O turismo vem crescendo muito nos últimos anos, então ainda é uma atividade nova para o município. Mas nos últimos 5 anos se estruturou muito em relação a pousadas, restaurantes, atrativos, acessos e sinalização. 

O destino mais conhecido da região é São Joaquim, que teve sempre uma mídia mais espontânea, por conta de suas baixas temperaturas, neve e geada. Um destino que induz que insta a pesquisa. O que levou-se a compreender um pouco mais tudo o que envolve a Serra Catarinense. 

A cidade de Urubici fica em um vale, cercado de montanhas, o que além de engrandecer o horizonte, protege a cidade das temperaturas mais baixas. A cidade também é relativamente plana, o que é ótimo para caminhar e conhecer todo o seu charme.

 

O clima frio da Serra Catarinense

Neve é esperada ao menos duas vezes por ano, e geadas são bem constantes durante o inverno.  Enquanto a madrugada da cidade chega a fazer uns 4 graus, nas partes mais altas a temperaturas pode chegar abaixo de 0°C. 

A temperatura mais baixa do Brasil foi registrada lá, com - 17.8°C , com a sensação de - 40 °C. Por conta da umidade e vento. 

No inverno, é possível ver o mar, que está a 60km de distância. Então tem essa influência dos ventos do litoral. Já quando é verão as nuvens ficam mais baixas, e então ficamos literalmente "acima das nuvens ".

Vale destacar o fenômeno Scincelo, que ocorre na região. No próprio Brasil, são só dois lugares possíveis de presenciar. 

No Morro da Igreja e no Morro das Antenas, em Urupema. Ocorre quando a umidade do ar toca na vegetação e congela na hora, formando cristais de gelo.

 

Gastronomia e comidas típicas de Urubici

As vinícolas ainda estão se desenvolvendo na região, mas já produzem vinhos da mais alta qualidade. Hoje somam-se 16. A primeira começou no ano de 2000, considerada bem recente. E já há alguns vinhos premiados fora do Brasil.

Outros destaques, são o queijo serrano: feito a partir do leite do gado de corte. Uma receita de 300 anos, característica já na região. E o Mel de Bracatinga, com qualidade incomparáveis. Com coloração mais forte, sabor único e menos açucarado.

A produção de maçã, dos tipos gala e fugi, também são bem fortes, assim como o pinhão, que embeleza os pratos da culinária regional.

A região também é um dos maiores produtores de truta no Brasil, vindo desde a década de 70. 
Os pratos típicos também tem destaque nas massas, com muito queijo. A carne preparada no modo frescal, diferencial regional. E vale lembrar também da paçoca de pinhão, comida com carne, um prato típico tropeiro.

 

5 atrativos para conhecer na Região de Urubici

Agora que já falamos de comidas e características principais, vamos aos lugares que merecem um olhar mais atento para quem quer conhecer a região de Urubici

Dentre tantos atrativos na região de Urubici, resolvemos destacar alguns impressionantes. Pode te ajudar a programar a sua viagem:

 

1. Pedra Furada

Localizada no Parque Nacional de São Joaquim, o surpreendente da formação basáltica da Pedra Furada é a sua fenda. 

Por ação de agentes externos como o vento, a chuva e a movimentação de terras, o “furo” se fez, mas diferentemente de muitas formações parecidas por aí, o teto se manteve. 

A pedra tem 30 metros de diâmetro, ela é enorme. A trilha é bem contemplativa. Falam que ali tem um portal. De todo modo, um trabalho perfeito da natureza! 

Para chegar até ela, fazemos uma caminhada de umas 5h, ida e volta. A trilha é mais técnica, e demanda um pouco de habilidade.  

A Pedra fica no topo do Morro da Igreja há 1822 metros de altitude, o que lhe confere o título de ponto habitado mais alto do sul do Brasil. 

Se você for sortudo, em um dia de boa visibilidade é possível ver até o mar a mais de 100 km de distância.

 

2. Serra do Corvo Branco

A Serra do Corvo Branco é uma estrada com uma vista espetacular, sendo o maior corte em rocha no Brasil, com 90 metros de profundidade. E o maior corte já feito pelo homem em uma rocha de arenito para construir uma estrada.

Foi projetada com o objetivo de ser a primeira estrada aberta entre o litoral e a serra catarinense e é uma das estradas mais bonitas do Brasil.

Com curvas de 180 graus, a adrenalina compensa pela vista dos mirantes. A rodovia é bem selvagem, pequena e com muitas curvas. 

 

3. Gruta Nsa. Sra. de Lourdes

Um local sagrado que transmite muita paz. É assim o recanto da Gruta de Nossa Senhora de Lourdes. O caminho é cercado pelas imagens da Santa e ideal para agradecer e pedir bençãos para os próximos desafios.

Uma queda d’água preenche o silêncio desse local bem cuidado e com boas energias graças à bonita natureza que cerca o espaço.

A indícios de que antes dos imigrantes chegarem, o local era um cemitério indígena e local importante de conexão com a natureza..  Vale sentir a energia diferente. 

 

4. Cachoeira Avençal

Uma das maiores cachoeiras da região, com 100m de queda, fica em um bonito paredão. A visita é feita por cima.

A partir do Mirante Belvedere contemplamos o Vale do Rio Canoas. Vale aproveitar o passeio e visitar a Igreja Matriz de Urubici, com seu estilo arquitetônico Gótico Moderno, que fica bem próximo.

Há também atividades complementares como a tirolesa, passeio a cavalo e restaurantes no acesso a cachoeira.. 

Se você é amante dos esportes radicais, é possível a prática de tirolesa e rapel, mas também por lá é possível encontrar outras atividades como passeio a cavalo, pedalinho, arco e flecha ou simplesmente fazer uma caminhada na natureza.

5. Serra do Rio do Rastro

A Serra do Rio do Rastro começou a se formar em 1870 pelos primeiros habitantes da região que abriram caminhos para o litoral e posteriormente pelos tropeiros que transportavam mercadorias entre o interior e os portos.

A conexão entre serra e litoral era feita primeiramente com mulas.  O percurso  é caracterizado por suas subidas íngreme e conta com cerca de 256 curvas fechadas nos seus 23km. 

O trajeto é acompanhado pela mata Atlântica nativa e sua rica fauna e flora. A experiência ainda inclui as torres do parque Eólico e o belo Cânion da Ronda.

O Cânion da Ronda tem esse nome devido, no passado, ser o ponto de descanso das tropas de viajantes e se revezavam na “Ronda” para proteger os animais de predadores e eventual fuga.

Foi eleita como uma das 10 estradas mais espetaculares de todo mundo, por um site da França. E atrai todos os brasileiros amantes de asfalto para percorrê-la.

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